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A estudante brasileira Raynéia Gabrielle Lima, de 30 anos, foi morta nesta segunda-feira (23) na cidade de Manágua, capital da Nicarágua. Raynéia cursava medicina na Universidade Americana em Manágua (UAM). Ela morreu após ser atingida por disparos feitos de um “ grupo paramilitar” segundo o Itamaraty.
A estudante brasileira foi mais uma vítima do conflito político que ocorre na Nicarágua, onde opositores do presidente Daniel Ortega, que subiu ao poder em 2007, lutam contra opressões e abusos por parte do governo. De acordo com a Associação Nicaraguense de Direitos Humanos, mais de 350 pessoas já morreram na crise.
Raynéia Gabrielle Lima, nasceu em Pernambuco e foi à Nicarágua em 2013 para cursar medicina. Ela atualmente havia terminado os estudos e estava fazendo residência, ela voltaria ao Brasil em 2019. A estudante foi atingida por “ um tiro no peito que afetou o coração, o diafragma e parte do fígado”. Relata o reitor da UAM em uma entrevista para um dos canais de televisão local.
A morte foi confirmada pelo Itamaraty nesta quarta-feira. O Itamaraty também publicou uma nota pedindo esclarecimentos junto ao governo da Nicarágua. “ Ao repudiar a perseguição de manifestantes, estudantes e defensores dos direitos humanos, o governo brasileiro volta a instar o governo da Nicarágua a garantir o exercício dos direitos individuais e das liberdades públicas.”
Ortega e sua esposa, a vice-presidente Rosario Murillo enfrentam diversas acusações de corrupção nesses 11 anos de governo. Os protestos começaram no dia 18 de abril após os fracassos do governo em relação a reforma previdenciária. Ortega também foi presidente entre os anos 1985 e 1990.