acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/canivete3/radio.caniveteempresarial.com.br/wp-includes/functions.php on line 6170new-photo-gallery domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/canivete3/radio.caniveteempresarial.com.br/wp-includes/functions.php on line 6170
Na madrugada de quinta-feira (9) o senado argentino rejeitou a proposta de descriminalizar o aborto no país. A proposta havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em junho. Após a proposta ser rejeitada pelo Senado, ela não poderá mais ser discutida esse ano.
Desde a tarde de quarta-feira (8), milhares de manifestantes se reuniram na praça em frente ao Congresso argentino. A multidão se dividia em dois grupos principais, os pró-vida e aqueles que eram favor da descriminalização do aborto. As cores azuis diferenciavam aqueles que rejeitavam a proposta, e os grupos feministas que usavam as cores verdes, que aprovavam a discriminação do aborto.
A decisão saiu apenas após 16 horas de seção, foram 38 votos contra a proposta e 31 a favor, além de duas abstenções. Com esse resultado, o aborto continua sendo crime na Argentina. Após a decisão, alguns manifestantes pró aborto se revoltaram com o resultado e lançaram garrafas, pedras, paus e até coquetéis molotov contra o cerco policial que estava instalado no local. A polícia se mobilizou com jatos de água e bombas de gás lacrimogênio para conter a situação.
O projeto aprovado pela câmara defendia a descriminalização da interrupção voluntaria da gestação de até 14 semanas. O projeto dizia também que o aborto deveria ser realizado em qualquer hospital ou clinica e obrigava o estado a cobrir o custo do procedimento assim como os remédios e tratamentos de apoio que pudessem ser necessários.
Vários projetos que pautavam o aborto foram enviados ao Congresso argentino, mas essa é a primeira vez que uma proposta desse âmbito chegou a ser votada desde o fim da ditadura militar do país, em 1983.