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O pesquisador brasileiro Gustavo Trindade Valio, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) desenvolveu um material que pode vir a substituir o gesso em caso de lesão óssea. O material tem um custo mais baixo e pode ser reutilizado pela mesa pessoa. O compósito é feito de materiais cuja estrutura é constituída por uma combinação de dois ou mais produtos não solúveis entre si.
O compósito tem maior rigidez e resistência maior do que os usados hoje em dia na imobilização ortopédica. Segundo o pesquisador, o molde pode ser desmontado, lavado e reutilizado pelo usuário, já que nao desmancha em contato com a água. Esse método pode facilitar as atividades comuns para aqueles que precisam fazer uso do gesso.
As pesquisas começaram a três anos atrás, o material já era usado por fisioterapeutas, porém tinha um alto custo. Gustavo Trindade desenvolveu uma mistura usando outros componentes, deixando o produto mais barato. O processo, que dura 15 minutos, cria uma chapa que é colocada em um recipiente com água a 70°, então é aplicado diretamente ao membro, pouco tempo depois, ela fica rígida.
A pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa ganhou a primeira edição do Desafio UFSCar de Inovação e Empreendedorismo na categoria ’startup’. Além dos benefícios do baixo custo e rapidez, o composto não reage com a água.
Ainda não há previsão para o produto chegar ao mercado, mas o pesquisador já entrou com o pedido da patente, o próximo passo é aprimorar o produto para que possa ser moldado em uma impressora 3D.
informações do site G1